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Sobre o LIvro Tibetano dos Mortos

O nome tibetano para O Livro Tibetano dos Mortos é Bardo Thodol, nele o grande mestre budista Sogyal Rinpoche apresenta técnicas simples, mas poderosas, para enfrentar o bardo. Uma preparação para a morte e um grande auxílio para os que estão morrendo. O livro analisa detalhadamente os estados de consciência pós-morte e se tornou objeto de pesquisa de artistas, psicólogos, médicos e filósofos ocidentais desde sua publicação em 1927.

O tibetanos acreditam que quando uma pessoa morre, toda energia deve ser direcionada para o morto, e não para o corpo. Com o acompanhamento de um Lama e através de muita concentração o falecido será conduzido em sua nova jornada. Ao estabelecer contato com o morto, o Lama irá orientá-lo desta forma:
“(Nome do falecido), seu corpo está morto, mas você continua vivo. Contudo, nada mais tem a fazer neste plano material...” E vai descrevendo todas as ex­periências, visões e sentimentos com os quais ele irá se deparar e vai orientando o falecido a distinguir a nova realidade que se apresenta. Os tibetanos dizem que as pessoas entram, em grande confusão e desespero quando se descobrem conscientes mesmo depois da morte.

O Bardo Thodol foi estudado profundamente por ocidentais como C. G. Jung. Timothy Leary também escreveu The Psychedelic Experience baseado nas suas experiência com psicotrópicos como LSD e no livro de Sogyal Rinpoche. O Livro também serviu de inspiração para John Lennon em sua fase mais experimental nos anos 60.

Bardo Thodol - "A Way of Life"
O vídeo é maravilhoso!!! O Livro Tibetano dos Mortos, é descrito como uma das grandes jóias da cultura budista dos Himalayas. A Way of Life revela a história deste livro e examina seu uso tradicional no norte da Índia, assim como sua aceitação nas iniciativas ocidentais de assistência a pacientes em estado terminal. A gravação durou quatro meses, contém cenas dos rituais e liturgias em torno do corpo de um idoso de Ladakhi e inclui uma entrevista com o Dalai Lama, que compartilha suas visões sobre o significado e importância do livro. A narração é de Leonard Cohen.

PRIMEIRA PARTE










SEGUNDA PARTE
Esta continuação que parece ser um outro documentário tem a fantástica animação de um dos mais brilhantes filmmakers e artistas da índia, o premiado Ishu Patel. Ele ilustra o estado intermediário da morte, utilizando como audio a leitura do Bardo Thodol.



Prática Simples Phowa de Tara

Imagine Tara sentada sobre a sua cabeça.

Seu coração se abre com amor, sentindo a profunda conexão que você compartilha. Você se sente protegido(a), sente que Ela é a corporificação de todas as suas fontes de refúgio.

Renove seu compromisso de manifestar a completude da mente iluminada, sabendo que esse é o maior presente para você e todos os seres, o mais alto objetivo.

Foque (a atenção) na sua respiração, deixe sua respiração ficar profunda e calma. Imagine que seu corpo é feito de luz, expandindo e contraindo gentilmente enquanto respira. Um mar de devir.

Visualize seu corpo como se você estivesse descansando por um momento no seu umbigo, olhando através da espinha até o topo da cabeça, onde você vê Tara, com Seu Corpo de Arco-íris sobre você. Ela lhe estende sua mão direita, enquanto sua mão esquerda faz o mudra de proteção e refúgio. Com um alegre pulo, você projeta sua consciência do topo da sua cabeça até o Coração de Tara.
Você experiência com cada fibra de seu ser a essência da Sabedoria, Compaixão e Poder.

Se a sua compaixão a leva a renascer, abençoe o útero do devir e apóie-se no seu compromisso de manifestar sabedoria e compaixão para o benefício de todos os seres. Completamente abençoado(a) e fortalecido(a), você adentra o mar do devir. manifestando-se como Tara, abençoando o mundo com o seu amor.
Om Ah Hum
Om Ah Hum
Om Ah Hum